terça-feira, 27 de outubro de 2009
O Tal Chamado Medo
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Perfeito ou imperfeito ?!
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Na verdade a dor de um amor perdido é uma dor que não parece ter fim, nada se compara a uma dor emocional, não estipularam ainda um analgésico para diminuir cada lágrima que rola da face, não inventaram ainda o comprimido para esquecer o que aconteceu ou até mesmo um energético que te faça rir de alegria embora por dentro o coração esteja em pedaços, analisando isso, é fácil perceber que seria preferível sentir uma terrível cólica, ou aquela dor de cabeça, ao optarmos a termos uma dor emocional, mas infelizmente não escolhemos.
Eu queria não lembrar do seu sorriso , não lembrar do toque das suas mãos, não lembrar do seu olhar em direção ao meu, mas o que eu menos queria lembrar é das batidas do meu coração ao te ver.Mas nós mesmos sabemos que esquecer é tarefa da cabeça e não do coração, então aquela dor que nos consome cada dia um pouco se desloca um pouco do coração, mas nunca sai de dentro dele.
E fica junto com essa dor a vontade de que uma hora tudo melhore,tudo passe ou de que no decorrer dos dias, o tempo se encarregue de ocultar ou curar uma dor que não me é cruel, mas machuca tanto. ♥
Por:Luana D. Quintana
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Orgulho em ser daqui
sábado, 29 de agosto de 2009
Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção,estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".
Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.
As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços...
Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.
Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto conhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: Ninguém é o mesmo para sempre.
Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto.Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.
Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado. A escolha é sua...!
Pedro Bial